E-commerce seguro: o certificado SSL é suficiente?

29 de março de 2017

A segurança em um e-commerce é determinante na decisão de compra. É o que disseram 68% dos consumidores questionados no relatório Webshopper e E-Bit/Buscapé, divulgado em 2016.

Tamanha a importância da segurança no e-commerce, ela não pode ser negligenciada pelos lojistas. Por isso, é essencial oferecer um site seguro para seus clientes.

Entre os recursos disponíveis para uma página segura, está o certificado SSL. Com ele, sua loja será vista como confiável, não só pelos clientes, mas também por mecanismos de busca e dessa forma será melhor ranqueada no Google, por exemplo.

 

O que é o SSL?

Padrão internacional, o SSL  (Secure Sockets Layer) é um protocolo de segurança para troca de informações privadas. Quando o usuário acessa um site que tenha um servidor habilitado para o SSL, ele começa a funcionar automaticamente. Para identificar se o site tem essa tecnologia, basta observar a URL, ela aparecerá como https, o “s” indicando “secure”. Além do ícone do cadeado, o qual também indica que o certificado está presente no site.

Com o Secure Socket Layer, as informações trocadas pela internet são criptografadas antes de chegarem a outro servidor, dessa forma, dados como e-mail ou conta bancária, não podem ser interceptados no meio do caminho. Caso isso aconteça, a empresa dona da loja virtual pode ser responsabilizada por lesão ao cliente. Mais um argumento para você utilizar o protocolo.

A principal função do SSL é proteger na troca de dados, mas o certificado também ajuda a evitar o phising. Prática que acontece quando invasores enviam e-mails aos clientes se passando pela empresa a fim de copiar informações enviadas durante a transação.

 

Só o SSL basta?

Atualmente o SSL é o mais utilizado pelos sites e passou a ser elemento básico para a troca de informações em um e-commerce. Contudo, apenas o SSL não garante que seu site seja 100% seguro. Existem outros perigos pelos quais as páginas podem estar expostas.

Entre eles, está o malware, um software que se infiltra no servidor e pode ter acesso ao banco de dados da empresa. Além de poder mudar o layout e as informações do site, tais como preços ou imagens de produto.

Se a sua página não estiver protegida contra o malware, ela pode entrar para as blacklists, listas que relacionam sites infectados. Quando os navegadores identificam que um site sofre o ataque de malware, avisa rapidamente o usuário, o qual recebe a informação: “esse site não é confiável”. Para que sua página não entre para essas listas, o uso de um anti-malware é indispensável.

Além disso, é interessante realizar análises constantes da vulnerabilidade do site, o que é conhecido como blindagem. Isso também reduz as chances do site sofrer ataques.

A credibilidade das tecnologias de segurança fortalecem a confiança do cliente na sua marca, além de favorecer sua página no ranqueamento de mecanismos de busca. Não deixe de investir em uma conexão segura para seu cliente.

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